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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Boa Noite...

As cores passam bem perto dos meus olhos
A sua aura vermelha se mistura com as minhas cores amarela e azul
Sentei naquela pedra, fiquei olhando a lua
Procurei a figura que disse
Procurei um instinto que visse
Os sentimentos ocultos que não posso expressar
A minha vontade de te ter, de te amar
Por buscas insanas que ardem a paixão
As suas mãos pequenas
Seus cabelos dourados
Um sorriso discreto do qual não consigo parar de falar
Não consigo mais escrever sobre qualquer outra coisa...
Enquanto a sua beleza insistir em me provocar
enquanto uma explosão de sentimentalismo que existe em você
completar o meu e dar asas a minha imaginação.
Carinho em seus cabelos...
Acaricio seus lábios...
Te abraço sem pensar...
Não enxergo o meu redor
Apenas sei que quero te completar
Sinto falta do que não tenho
E também um certo medo de te perder
Mas ao mesmo tempo
Sinto como se estivessemos em um carrossel todo iluminado
Sorrindo
Sonhando
Sentindo
Chorando as emoções que nunca tivemos
Atingindo um apíce secreto
Me entrelaço em você, beijo a sua testa
Te desejo boa noite
E dormimos tranquilamente desejando que aquela noite nunca acabe.
E que ela não acabe...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O que aconteceu novamente ?

Isso não alimenta minha alma
APenas olho, observo e vejo que nada disso é para mim
Não sinto medo, apenas mexe momentaneamente com algum dos meus sentidos e vai embora
Minha carne é mais forte que todo o mal
Que toda esbórnia encarnada
Minha fé no que sinto é elevadamente necessária para eu driblar e filtrar tudo do jeito que quero
Ouço o sino dos ventos e lembro de coisas boas
Ouço os cachorros choramingando e lembro de morte (lembro que estou viva)
Ontem percebi que as pessoas simplesmente não entendem o quanto é bom se ter algo por perto que podemos expressar indecisão, emoção, aversão, medo, tragédia ou vitória...
Tenho conhecido a noite e sua calada.
Tenho criado olheiras de não conseguir dormir por ficar observando a lua e as estrelas.
Não quero ser melhor nem pior que ninguém, apenas quero continuar expressando as minhas idéias nem que seja num papel de pão.
Numa folha metade escrita que eu tenha que encurtar a grafia para caber, não importa onde, mas como as idéias são traduzidas ali.
O fato é que... vem tudo junto, misturado.
Ontem eu vi um gato preto na rua... era mais ou menos duas horas da manhã. Sim eu parei para fazer carinho nele. E eu levantei com olheiras novamente...